ESTADO: Zé Mario é o coringa do baralho caiadista
Nas eleições de 2022, Zé Mario abriu mão da reeleição para Câmara Federal e articulou a eleição de Marussa Boldrin (MDB) para o Parlamento, e neste pleito de 2024, foi muito importante nas articulações que elegeram vários prefeitos para a base caiadista.

Presidente da FAEG deve ser indicado vice na chapa de Daniel Vilela unindo o agro e setores conservadores à chapa
Marcus Vinícius de Faria Felipe
Ex-deputado, ex-secretário da Agricultura e atual presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goias (FAEG), José Mário Schreiner é uma liderança política em ascensão no Estado de Goiás e deve ser um dos protagonistas da sucessão do governador Ronaldo Caiado (União Brasil).
Nas eleições de 2022, Zé Mario abriu mão da reeleição para Câmara Federal e articulou a eleição de Marussa Boldrin (MDB) para o Parlamento, e neste pleito de 2024, foi muito importante nas articulações que elegeram vários prefeitos para a base caiadista.
Porta-voz do agronegócio em Goiás, Zé Mario modernizou a FAEG, ampliou os serviços do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) no Estado e criou o IFAG (Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás), que a partir da aprovação da Lei Ordinária 165/2025, passou a gerir, em parceria com a Goinfra (Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes), o Fundeinfra, que reúne R$ 2 bilhões, que são destinados à recuperação e construção de rodovias em Goiás.
Zé Mário é um moderado, e por isto também está cotado para presidência da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), mas o seu destino político deve ser a indicação como candidato a vice-governador na chapa de Daniel Vilela (MDB) em 2026.
O presidente da FAEG tem liderança reconhecida pelo setor do agronegócio, e capacidade de diálogo com os governos estadual e federal, e por isto, agrega enorme capital político à chapa governista que irá disputar a sucessão do governador Ronaldo Caiado (UB). É razoável, portanto, que figure na chapa, ou que seja consultado nas articulações sobre o processo sucessório de 2026. (Fonte: Onze de Maio)